Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Cuidado com o limite do seu cartão de crédito. País é líder nos juros.

Brasil é líder na cobrança de juros dos cartões. O benefício que os Bancos oferecem, podem se tornar uma verdaddeira cilada.

É muito importante que não confunda Limite de Crédito Parcelado com o Limite Rotativo do seu cartão!

Limite de Crédito parcelado: vc compra uma mercadoria e na loja parcela em 12 vezes. O valor da compra total é deduzida do seu limite de crédito e a medida que vc vai pagando ele vai voltando ao valor original.


Limite Rotativo: Sua fatura em determinado mês deu R$ 1.000 reais. Geralmente, o pagamento mínimo é de 20%, ou seja R$ 200,00. Então, caso não consiga quitar o compromisso todo, você paga o valor mínimo e parcela o resto com a administradora do cartão. Mas aí são cobrados juros e encargos altíssimos que caso não consiga quitar a dívida tende somente a aumentar e virar uma bola de neve.

Nesse contexto de governo incentivando as compras para aquecer a economia e assim reduzir os impactos da crise, o Brasil é líder na cobrança de juros no cartão. Por ano, o brasileiro que efetua parte do pagamento da fatura, ou seja, entra no rotativo, paga uma taxa média de 323,14%. A maior taxa da América Latina, segundo dados do caderno de Economia do Jornal do Commercio (18/07/12). Isso porque os juros são aplicados ao montante diário da dívida e cobrados ao mês.

A dica é comprar a vista os produtos de valores considerados baixos e manter no máximo, dois cartões de crédito para uma necessidade, viagens, produtos de valores altos, e etc. Não é porque você tem um limite de crédito de R$ 5 mil que você precisa comprar cinco mil! Além disso, controle seu impulso pelas compras e livre-se do jargão dos vendedores: "COLOCA NO CARTÃO!"

Fique de olho e planeje suas compras para não ficar "afogado" em dívidas!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Planos de saúde "Ficha-suja"

Governo proíbe 37 operadoras de venderem novos planos. Sete delas operam em Pernambuco.


 A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) puniu 37 operadoras de planos de saúde de venderem 268 planos (uma operadora pode ter mais de um plano) durante três meses a contar do dia 13/07. O fato é que estas operadoras receberam avaliação negativa dos seus clientes duas vezes consecutivas em seis meses por não terem cumprido prazos de consultas, exames, cirurgias e procedimentos corriqueiros.

As empresas quenão cumprirem a determinação devem ser multadas ou posteriormente sofrerem intervenção.


O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reiterou que os clientes não sofrerão qualquer prejuízo e ao final do prazo de noventa dias as operadoras passarão por reavaliação. "Os planos angariam muitos clientes com mensalidade baixíssimas, de R$ 80 a R$ 90, sem ter uma estrutura suficiente", disse a coordenadora jurídica da entidade, Karla Guerra. Em Pernambuco, segundo ela, os usuários chegam a esperar dois meses por uma consulta. "Tem de tudo, de [queixas de] obstetrícia, até gente dependendo de oncologistas que só atendem cotas de planos".

Confira as sete empresas que prestam serviços ao estado de Pernambuco:

  • Excelsior Méd S/A (13 planos)
  • Ideal Saúde Ltda (7 planos)
  • Real Saúde Ltda EPP (8 planos)
  • Recife Meridional Assistência Médica Ltda (4 planos)
  • São francisco Assistência Médica Ltda (4 planos)
  • Unimed Guararapes Cooperativa de Trabalho Médico Ltda.
  • Viva Planos de Saúde (4 planos)

O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), por meio de nota, considerou importante que sejam aplicadas sanções administrativas para as operadoras que não cumprirem os prazos estipulados pela ANS. O instituto alertou, ainda, que o consumidor interessado em contratar um plano de saúde deverá verificar se o registro corresponde a um dos planos suspensos pela agência, que poderá ser acessado pelo endereço www.ans.gov.br. Caso deseje reclamar sobre atraso no atendimento, pode ligar para o Disque ANS, no número 0800 701 9656.



Fonte: Jornal do Commercio - Caderno e Economia; Agencia Brasil.